quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Coise 3?

Finalmente a tristeza evapora,
Pois meu amor é correspondido,
Neste mundo onde agora,
Eu sou mulher e ele marido.


Não esquecendo o mais importante,
Pois neste muno só ele pode reinar,
E eu como apenas sua amante,
Não vou abominar,


Elogios não me elevam,
Ofensas não me rebaixam,
Meus sentimentos apenas a ele se entregam,
E nunca neles,
Um sentimento de ódio acham.


Seus olhos anseio por tocar,
Sua voz ouvir,
Seus lábios beijar,
Saber que seu coração não me está a mentir.


Oh sentimento puro,
Quem em mim moras,
Graças a si saí do escuro,
E agora do dia,
Vejo todas as noras.


Por fim deixo a mensagem,
Que todos esperam,
Isto não é miragem,
É amor que tuas palavras,
Em mim puseram.

Coise 2

Um sentimento secreto,
Insiste a florescer,
Será amor completo,
Ou mais um assunto a debater.


De amor falo eu,
Que sei desta matéria?,
Apenas sabe Romeu,
Mas coitado,
Acabou numa miséria.


Será o amor proibido?,
Ser ou não ser,
Eis a questão,
Que está sempre a crescer,
No meu coração.


Oh Julieta que escreves,
Para teu Romeu encantar,
E assim com estas palavras mereces,
Seu olhar avistar.


Oh sereia de coração puro,
Que tens tanto para dar,
Ao teu rei que afastou o escuro,
Que teu peito estava a matar.


Tem piedade de mim,
Amor de uma aventura,
Não me colhas do jardim,
Onde me sinto mais segura.


Estas linhas escrevo,
Para afastar amargura e tristeza,
Mas nelas descobri amor,
E isso eu declaro com maior franqueza.

Coise 1

De um sonho renasço,
Com tamanha alegria,
Nele habitei um riacho,
Onde só nele habitaria.


Pássaros cantando,
De contentes que estavam,
Pois contigo vou sonhando,
E que vaidosos que eles ficavam.


Oh flor colhida num jardim,
Que triste que vais,
Mas viverás em mim,
E em outros quintais.


Tua pétala murcha,
Entristece minha vida,
Mas este sentimento puxa,
A paixão por ti contida.


Oh sol que te escondes,
Num labirinto sem fim,
Por entre vales e montes,
Tu brilhas só para mim.

Coise

Que sentimento triste invade,
O coração de uma donzela,
Esperando que o mal acabe,
E que a sorrir fique bela.


Coitada dela,
Um feitiço lhe tirou a beleza,
Só um amor crescendo nela,
Acabará com esta malvadeza.


Coração pequeno e apaixonado,
Acabou de acordar,
Ao ver seu amado,
Seu rosto,
Voltou a brilhar.


De que servem os dias escuros,
Se os alegres ficam em 1ºlugar,
Mas são precisos sentimentos puros,
Para que o mal se possa quebrar.


De peito aberto,
Nós recebemos o mundo de fantasia,
Para que esteja sempre perto,
De amor e alegria.